Vídeo em Destaque

sexta-feira, 29 de março de 2013

Living Things indicado para o MTV VMAJ

A MTV Japão divulgou os indicados para o MTV Video Music Awards, e Living Things foi indicado para “Melhor álbum do ano“! A cerimônia acontecerá no dia 22 de junho no Makuhari Event Hall em Chiba. A votação acontece pelo site da MTV Japão ou pela página oficial no Facebook (é necessário curtir a página, para ter acesso a votação). Confira abaixo os outros indicados na categoria:
Carly Ray Jepsen – “KISS”
Linkin Park – “LIVING THINGS”
Kana Nishino – “LOVE PLACE”
One Direction – “TAKE ME HOME”
2PM – “LEGEND OF 2PM”

segunda-feira, 25 de março de 2013

Teste beta do novo jogo do Linkin Park para facebook!

Novo jogo do Linkin Park para Facebook, Recharge, O Slogan do jogo é "A humanidade está há um ponto de acabar. Derrote a Dominação Hybrida. Restaure os recursos do planeta." Seu personagem faz parte de uma resistência contra os "Hybrids", que está dominando todo o mundo. No momento só se encontra a versão beta.



sexta-feira, 22 de março de 2013

Novo Episódio do LPTV - Mike visita o Haiti

Sydney Sidewave: Full Video (26.02.2013)

Este foi o show principal que ocorreu no dia 26 Fevereiro no Centro de Entretenimento de Sydney (Sydney's Entertainment Center).
Abaixo está o vídeo e o link para baixar via torrent:


Torrent

Fontes: http://lplive.net/

5 Mêses Fora!

Provavelmente segundo fontes de membros do LPLive o Linkin Park ficará 5 mêses sem turnês a partir de agora!

O Linkin Park supostamente está trabalhando na trilha sonora para o The Mall Between e a boatos que estão com tempo de estúdio reservado para um novo album.

Obs: Todos os boatos são naturalmente o que andam falando sobre o que a banda irá fazer após a sua última turnê Summer Sonic.

Fontes: http://lplive.net/

quinta-feira, 21 de março de 2013

Singles

[PTS.OF.ATHRTY] [PTS.OF.ATHRTY]
[PTS.OF.ATHRTY] Buy Myself Remix
[PTS.OF.ATHRTY] H! VLTG3
Bleed it Out Bleed it Out
Bleed it Out What I've Done [Distorted Remix]
Bleed it Out Given Up [Third Encore Session]
Breaking the Habit Breaking the Habit
Breaking the Habit Crawling [Live]
Crawling Crawling
Crawling Papercut [Live on BBC Radio One]
Faint Faint
Faint Lying from You [Live]
Faint One Step Closer [Live]
From the Inside From the Inside
From the Inside Runaway [Live]
From the Inside From the Inside [Live]
Given Up Given Up
In the End In the End
In the End A Place for My Head [Live at Docklands Arena, London]
In the End In the End [Live on BBC Radio One]
In the End Points of Authority [Live at Docklands Arena, London]
In the End Step Up
Numb Numb
Numb Eassier to Run [Live]
Numb From the Inside [Live]
Numb/Encore Numb/Encore
Numb/Encore Numb/Encore [Instrumental]
One Step Closer One Step Closer
One Step Closer My December
One Step Closer High Voltage
Papercut Papercut
Papercut Points of Authority [Live on BBC Radio One]
Papercut Papercut [Live at Docklands Arena, London]
Shadow of the Day Shadow of the Day
Shadow of the Day Bleed it Out [Live]
Shadow of the Day No More Sorrow [Third Encore Session]
Somewhere I Belong Somewhere I Belong
Somewhere I Belong Step Up [Live]
Somewhere I Belong My December [Live]
What I've Done What I've Done
What I've Done Faint [Live]
What I've Done From the Inside [Live]
 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Summer Sonic Show Days

Summer Sonic, anunciou que o Linkin Park vai tocar no Tokyo Summer Sonic show em 10 de Agosto, e o show de Osaka em 11 de Agosto. Para comprar o ingressos e mais informações visite: http://www.summersonic.com/2013/

DSPs: Uma carta aberta

A equipe do LinkinPark:br e vários outros fã-sites e o Linkin Park: Inside nos juntamos com o LPLive para enviar uma carta aberta ao Linkin Park e sua equipe, sobre a possibilidade de lançar DSPs antigos (shows antes de 2007). Abaixo você poderá ler na íntegra o nosso pensamento e pedido (e de todos que colaboraram) sobre esses áudios, confira:
3 de Março de 2013
Para:
Administração do Linkin Park
Equipe de turnê do Linkin Park e a todos a quem possa interessar,
Estamos escrevendo para mostrar nosso apreço pelos shows lançados e vendidos online pelo Linkin Park, assim como trazer à tona a possibilidade do lançamento de outros shows antigos pela banda.
A comunidade de fãs é muito agradecida pela ideia dos DSPs (Digital Souvenir Package), que permite que fãs de todo o mundo revivam a experiência do show diversas vezes.
Lançado em julho de 2007 no Projekt Revolution, os shows ao vivo começaram a ser disponibilizados através de um código disponível no show. A partir de 2008 os fãs puderam comprar o show online (às vezes com o ingresso), que inclui o áudio da performance e fotos do evento na página downloads.linkinpark.com.
O sistema de DSP continua até hoje, incluindo shows de 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012. Os DSPs se tornaram bastante populares entre os fãs da banda, encorajando discussões sobre cada show lançado (incríveis 229 shows até março de 2013).
Em 2008, Chester comentou, “Como sabem, nossos setlists mudam, tocamos músicas em uma noite que não tocamos na próxima, então se você quer essas músicas, encorajamos nossos fãs a trocarem os DSPs entre si, se conhecendo e trocando ideias, e isso é uma das coisas que realmente gostaríamos que os fãs fizessem com os DSPs.”
Mike disse a mesma coisa ano passado durante o Projekt Revolution: “Os fãs adoram os DSPs. Quer dizer, se você for ao nosso site e olhar o fórum temos uma sessão inteira dedicada aos fãs que querem trocar os arquivos e dividir as experiências sobre o show. Para nós, dá para ter essa mesma ideia em outras bandas, essa turnê é baseada em ver aonde chegamos. Mantemos nossa mente aberta ao que acontece a cada noite, e tentamos fazer o set baseados no que sentimos, sentimos o que a platéia quer que façamos e tocamos. Dito isso, você percebe que cada show é um pouco diferente, às vezes bastante diferente. E isso é para tornar a experiência melhor para os fãs, e com o DSP eles podem levar isso pra casa.”
Como Mike disse, há uma grande massa de fãs que gostam de colecionar e discutir sobre as gravações oficiais dos shows, tanto no site oficial quanto nos diversos fãs sites. Além disso, nesses fã sites (fóruns e sites torrent também) há gravações feitas por fãs de 2000 a 2013 que os fãs trocam, colecionam e ouvem repetidamente. Através dos anos, muitos fãs puderam aproveitar pontos altos das performances da banda graças à dedicação daqueles que gravaram os shows. Ainda assim, é comum a falta de qualidade dessas gravações.
Antes de 2007, quando os CDs ao vivo começaram, apenas um show havia sido lançado oficialmente pela banda – o CD/DVD “Live in Texas”, em 2003. Nada do começo da carreira ao vivo da banda até 2003 foi disponibilizado, e nada entre 2004 e 2006 (desde “Live in Texas” até os DSPs em 2007). Houve algumas canções ao vivo colocadas em lançamentos da banda, (singles internacionais e cd’s do LPU), como uma música em 2003 e algumas em 2006, por exemplo.
Com o lançamento de “Hybrid Theory Studio Collection” pelo iTunes (janeiro de 2013), a versão de ‘High Voltage’ do show de Wantagh, NY, de 2001, apareceu – um show gravado pelo Linkin Park, mas nunca lançado. Além desse show, sabemos de muitas outras apresentações antigas que tiveram músicas gravadas, mas nunca foram disponibilizadas em completo.
Shows lançados parcialmente em singles:
2001-03-24 London, UK
2001-08-09 Wantagh, NY
2001-09-16 London, UK
2001-11-17 Tacoma, WA
2002-02-23 San Diego, CA
2003-02-27 Hamburg, DE
2003-03-11 Worcester, MA
2003-03-17 Detroit, MI
2003-08-22 Reading, UK
2004-08-13 Atlanta, GA
2004-08-18 Tampa, FL
2006-08-12 Osaka, JP
2006-08-13 Tokyo, JP
+ Além de outras performances sem data do Ozzfest 2001, Family Values Tour 2001, LP Underground Tour 2003 e Projekt Revolution 2004.
Com os DSPs, o Linkin Park lançou apenas shows recentes dos últimos anos (2007-2012). No arquivo dos bootlegs oficiais (downloads.linkinpark.com), os visitantes podem ver uma lista de “top 5″ shows. Atualmente, são: New York City 2008 (o show com a aparição surpresa de Jay-Z), Paris 2010 (o show com a aparição de ‘A Place for my Head’, do aniversário de 10 anos do Hybrid Theory), Berlin 2010 (o primeiro show lançado com músicas de A Thousand Suns), e Israel 2010 (o primeiro show da banda no país). Obviamente, os shows de mais “importância” (com uma música especial, a primeira aparição de uma música, um convidado especial ou o primeiro show da banda em um país) são os shows mais comprados.
Se você fizer uma enquete online, turnês antigas como o Projekt Revolution 2004 estão no topo da lista de “turnês preferidas” entre os fãs, e tendo uma plataforma pronta (downloads.linkinpark.com), a banda tem um meio de lançar os shows antigos para os fãs. Shows antigos tem destaques também – o Projekt Revolution 2002, por exemplo, tem diversos convidados, um cover de ‘My Own Summer’ do Deftones e raras aparições de músicas como ‘It’s Going Down’ e ‘And One’. Além disso, a tour no Japão em 2006 teve ‘Reading my Eyes’ (tocada ao vivo apenas 8 vezes) e shows antigos (entre 2001 e 2004) tiveram músicas que nunca foram lançadas ao vivo pela banda, como ‘Hit the Floor’ e ‘Forgotten’.
Não há dúvidas de que há um interesse por parte dos fãs do Linkin Park, já que existe há anos (como você pode ver pelos fã sites abaixo). O lançamento de um show antigo da banda seria incrível para os fãs da banda e de suas performances ao vivo.
No site de lançamentos online do Incubus (http://incubuslivebootlegs.com), a banda tem uma lista dos shows gravados (disponíveis até em formatos lossless) e os fãs podem votar em quais querem que sejam mixados e lançados. Sabemos que muitos shows não foram disponibilizados devido a contratos/restrições de vários grupos como festivais, etc, mas achamos que há pelo menos alguns dos shows mais antigos que poderiam ser mixados e lançados para a comunidade de fãs. Para concluir, seria incrível para os fãs poder ouvir algumas das performances antigas da banda!
Obrigado por seu tempo,
Se você é a favor desta ideia, ajude nessa campanha compartilhando este texto e linkando todos os sites participantes, tanto no Facebook, Twitter, Tumblr e etc. Quanto mais pessoas ajudarem na divulgação, mais chances temos de obter uma resposta. Contamos com o apoio de vocês!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Próximos Shows

10.08.2013 Tokyo, JP Japan QVC Marine Field Summer Sonic


11.08.2013 Osaka, JP Japan Maishima Summer Sonic Site Osaka Summer Sonic

segunda-feira, 4 de março de 2013

04.03.2013 - Perth, Australia - Soundwave

Esse foi o último show do Linkin Park na turnê Living Things em Nova Zelândia/Austrália. A banda vai fazer seu último show no Soundwave, em Perth, Australia At Claremont Showground. Na nesta turnê(Soundwave), o Linkin Park variou entre o festival A e festival B. Estamos esperando o festival B para fechar a turnê em Perth. Com a música "A Place For My Head" e "Papercut" abre o set B, "Faint" e "One Step Closer" fecha o set, este set é indiscutivelmente uma das melhores setlist da banda em toda a Turnê do Linving Things. Aqui está a música de abertura do Melbourne Soundwave:




Fonte: lplive.net/

sábado, 2 de março de 2013

02/03 – Adelaide, Austrália – Soundwave Festival


O penúltimo show da turnê Australiana aconteceu nesta madrugada, em Adelaide. O Linkin Park abriu com a instrumental “TINFOIL” já com Mike Shinoda no palco, seguindo para “Faint”. Ao todo foram 20 músicas, e você pode conferir a lista completa abaixo:
01. TINFOIL
02. Faint (final estendido)
03. Papercut
04. Given Up (final estendido)
05. With You (intro e finais estendidos)
06. Somewhere I Belong (intro estendida de 2012)
07. New Divide
08. VICTIMIZED (w/ QWERTY)
09. Points Of Authority
10. LIES GREED MISERY
11. Waiting For The End (intro com 2º verso de UNTIL IT BREAKS e final estendido)
12. Breaking The Habit
13. CASTLE OF GLASS
14. LOST IN THE ECHO (intro estendida de 2012)
15. Numb
16. What I’ve Done
17. BURN IT DOWN
18. In The End
19. Bleed It Out (ponte estendida)
20. One Step Closer (final estendido)
No dia 4 o show acontece em Perth, e será o último desta turnê. O próximo marcado, até o momento, é em Tokyo, dia 10/08, pelo Summer Sonic Festival!

sexta-feira, 1 de março de 2013

01.03.2013 - Melbourne, Australia - Soundwave



 No último show em Melbourne, o Linkin Park fez algo que nunca tinha feito antes, deu o direito aos fãs durante ao show de escolherem entre duas músicas, "In The End" ou "A Place For My Head". No vídeo parece que "In The End" teve uma reação melhor dos fãs, mas a banda opinou pela música "A Place For My Head". Outra coisa interessante sobre o show é que o solo de bateria de Rob durante a virada da música "Bleed It Out" voltou, algo que ele não faz a muito tempo.

Fonte: LPLive.net

Datas do Linkin Park no Summer Sonic Festival

De acordo com um pôster de divulgação, o Linkin Park irá tocar nos dias 10 e 11 de Agosto, em Tokyo e Osaka, respectivamente, tendo o Metallica como headliner. Abaixo você pode ver a foto do pôster e conferir quais outras bandas farão parte do festival japonês.

Update: Datas confirmadas no site oficial. Confira aqui.

Fonte: MikeShinodaClan.com

27.02.2013 - Melbourne, Australia - Sidewave



Depois desse show, a banda irá tocar em Melbourne no dia 1° de Março e encerra a turnê com shows Soundwave em Adelaide e Perth no dia 2 e 4 de Março. Para a programação da excursão completa de 2013 incluindo as setlists dos shows desta turnê e as datas dos shows programados, clique aqui.

Fonte: LPLive.net

27.02.2013 - Melbourne, Australia - Sidewave



No dia 27, o Linkin Park se apresentou em seu último show como atração principal da turnê Living Things em Nova Zelândia/Austrália. Esta será a sétima apresentação da banda em Melbourne (2001, 2003 e duas vezes em 2007 e 2010).

A banda tocou pela última vez neste local em 2010, com duas apresentações na turnê A Thousand Suns. Foi na Arena Rod Laver que a banda estreio ao vivo as músicas "Blackout" e "Burning In The Skies" em uma segunda em 2010, quais infelizmente não serão tocadas nessa turnê.

Se vocês se lembram foi nesse mesmo local que em 2007 em um show que Chester pulou do palco e quebrou o pulso.(No vídeo acima você pode conferir o incidente).

Fonte: LPLive.net


Linkin Park - A Place For My Head - Soundwave Sydney 24/02/2013



No dia 26, o Linkin Park se apresentou no seu quarto show em Nova Zelândia / Austrália na Turnê do Living Things em Sydney Entertainment Center(em Darling Harbour). Esta é a primeira vez na história da banda, que eles tocam na mesma cidade duas vezes, em uma turnê com um show no Festival (sendo ele, Soundwave) e um show que fosse a atração principal. Os últimos shows em Sydney antes desta turnê foi em 2010.

Até agora, nesta turnê, o Linkin Park teve sua Headline Set A, em Auckland, o Festival Set A, em Brisbane e no Festival Set B, em Sydney (no Soundwave). Na Cúpula de Auckland, membro do LPL foi capaz de obter uma imagem do Set B Headline para esta turnê. É possível (e provável) que Sydney terá sua setlist no dia 26. 

Desde que a banda não está mudando os setlists para esta turnê (significado para tocar outras músicas que eles tocaram no ano passado), a única questão remanescente para essa turnê é se existe um Set C. Será que vamos ver um Set C em outro show Soundwave ou no show Headline Melbourne? Contando este espetáculo, ainda faltam cinco shows na turnê para a banda.

A música 'A Place For My Head' abriu o show de Sydney Soundwave no dia 24 a uma multidão explosiva. A banda também interrompeu a música Points Of Authority”para ajudar um fã que aparentemente desmaio nas grades. No show Headline, Stone Sour vai abrir de novo como fizeram em Auckland. Depois desse show, a banda vai para Melbourne para um show de atração principal no dia 27 e em seguida, um show Soundwave no dia 01 de março. Para a programação da excursão completa 2013, incluindo datas passadas nesta turnê com setlists, clique aqui.

Confira o setlist e alguns detalhes abaixo:

01. A Place For My Head (com intro 2012)
02. Given Up (final estendido)
03. New Divide
04. With You (intro e final de scratch estendido)
05. Somewhere I Belong (intro estendida)
06. LIES GREED MISERY
07. Points Of Authority (interrompida)
08. Waiting For The End (intro com 2º verso de UNTIL IT BREAKS e final estendido)
09. Breaking The Habit
10. CASTLE OF GLASS
11. LOST IN THE ECHO
12. In The End
13. Numb
14. What I’ve Done
15. BURN IT DOWN
16. Bleed It Out (ponte estendida)
17. Faint (final estendido)
18. One Step Closer (final estendido)
Daqui a banda segue para Darling Harbour, também na Austrália, no dia 26.


Fonte: LPLive.net

24.02.2013 - Sydney, Australia - Soundwave





Nesta madrugada(24-02-2013), o Linkin Park se apresentou em Sydney, na Austrália, como parte do Soundwave Festival.

Fonte: LPLive.net

24/02 – Sydney, Austrália – Soundwave Festival

Nesta madrugada, o Linkin Park se apresentou em Sydney, na Austrália, como parte do Soundwave Festival. A banda tocou A Place For My Head, na íntegra, pela primeira vez em 10 anos naquele país. Houveram alguns problemas técnicos após “Given Up” e a banda interrompeu “Points Of Authority” para que socorressem um fã que, aparentemente, desmaiou na grade. O Meet & Greet foi bem tranquilo, já que apenas 11 pessoas participaram.

Confira o setlist e alguns detalhes abaixo:

01. A Place For My Head (com intro 2012)
02. Given Up (final estendido)
03. New Divide
04. With You (intro e final de scratch estendido)
05. Somewhere I Belong (intro estendida)
06. LIES GREED MISERY
07. Points Of Authority (interrompida)
08. Waiting For The End (intro com 2º verso de UNTIL IT BREAKS e final estendido)
09. Breaking The Habit
10. CASTLE OF GLASS
11. LOST IN THE ECHO
12. In The End
13. Numb
14. What I’ve Done
15. BURN IT DOWN
16. Bleed It Out (ponte estendida)
17. Faint (final estendido)
18. One Step Closer (final estendido)

Daqui a banda segue para Darling Harbour, também na Austrália, no dia 26.

Fonte: LPLive.net

LPU 12

 

01. Homecoming (Minutes To Midnight Demo)
02. Points of Authority (Demo)
03. Clarity (Minutes To Midnight Demo)
04. Asbestos (Minutes To Midnight Demo)
05. Bunker (Minutes To Midnight Demo)
06. So Far Away (Unreleased 1998)
07. Pepper (Meteora Demo)
08. Debris (Minutes To Midnight Demo)
09. Ominous (Meteora Demo)
10. Forgotten (Demo)


LPU 11

 

01. YO (MTM Demo)
02. Slip (1998 Unreleased Hybrid Theory Demo)
03. Soundtrack (Meteora Demo)
04. In the End (Demo)
05. Program (Meteora Demo)
06. Bang Three (What I've Done Original Demo)
07. Robot Boy (Test Mix, Optional Vocal Take)
08. Broken Foot (Meteora Demo)
09. Esaul (A Place for My Head Demo)
10. Blue (1998 Unreleased Hybrid Theory Demo)


LPU X

 

01. Unfortunate (2002)
02. What We Don’t Know (2007)
03. Oh No (Points Of Authority Demo)
04. I Have Not Begun (2009)
05. Pale (2006)
06. Pretend To Be (2008)
07. Divided (2005)
08. What I’ve Done (M.Shinoda Remix)
09. Coal (1997)
10. Halo (2002)


LPU 9

 

01. A-Six [Original Long Version 2002]
02. Faint [Demo 2002]
03. Sad ["By Myself" Demo 1999]
04. Fear ["Leave Out All The Rest" Demo 2006]
05. Figure.09 [Demo 2002]
06. Stick And Move ["Runaway" Demo 1998]
07. Across The Line [Unreleased Demo 2007]
08. Drawing ["Breaking The Habit" Demo 2002]
09. Drum Song ["Little Things Give You Away" Demo 2006]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento:  03 de Dezembro de 2009
Produção: Mike Shinoda
Mixagem:  Mike Shinoda


LPU 8

 

01. You Ain’t Gotsa Gotsa
02. Bubbles
03. No Laundry
04. Da Bloos
05. PBN’ Jellyfish
06. 26 Lettaz In Da Alphabet

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento:  04 de Dezembro de 2008
Produção: Mike Shinoda
Mixagem:  Brian “Big Bass” Gardner


LPU 7

 

01. No More Sorrow [live at toronto, ON]
02. What I’ve Done [live at hartford, CT]
03. One Step Closer [live at syracuse, NY]
04. Given Up [live at west palm beach, FL]
05. Numb [live at woodlands, TX]
06. Crawling [live at holmdel, NJ]
07. The Little Things Give You Away [live at atlanta, GA]
08. In the End [live at toronto, ON]
09. Bleed It Out [live at raleigh, NC]
10. Faint [live at holmdel, NJ]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento:  05 de Dezembro de 2007
Produção: Ken “Pooch” Van Druten e Dylan Ely
Mixagem:  Ken “Pooch” Van Druten e Dylan Ely


LPU 6

 

01. Announcement Service Public
02. Qwerty [studio version]
03. Qwerty [live]
04. Pushing Me Away [live]
05. Breaking The Habit [live] 06. Reading My Eyes [live]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento: 05 de Dezembro de 2006
Produção: Mike Shinoda
Mixagem: James “Jimbo” Barton


LPU 5

 

01. Somewhere I Belong [live 8]
02. Breaking The Habit [live 8]
03. Public Service Announcement [live 8]
04. Dirt Off Your Shoulders/Lying From You [feat. jay-z / live 8]
05. Big Pimpin’/Papercut [feat. jay-z / live 8]
06. Jigga What/Faint [feat. jay-z / live 8]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento: 21 de Novembro de 2005
Produção: Joe Hahn
Mixagem: James “Jimbo” Barton


LPU 4

 

01. Soul My Soul To You Mama
02. Breaking The Habit [live]
03. Standing In The Middle [feat. motion man]
04. Step Up/ Nobody’s Listening/ It’s Going Down [live]
05. Wish [nine inch nails cover; live]
06. One Step Closer [feat. jonathan davis ; live projekt revolution 2004]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento: 21 de Novembro de 2004
Produção: Joe Hahn e Kutmasta Kurt


LPU 3

 

01. Don’t Stay [live in texas]
02. Figure.09 [live in texas]
03. With You [live in texas]
04. By Myself [live in texas]
05. A Place For My Head [live in texas]

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento: 21 de Novembro de 2003
Produção: Josh Abraham
Mixagem: Josh Abraham


LPU 2

 

01. A.06
02. With You [live]
03. Pts.Of.Athrty [crystal method remix]
04. Dedicated [demo 1999]
05. High Voltage [live]
06. My December

Selo: Machine Shop Recordings
Lançamento: 21 de Novembro de 2002
Produção: Don Gilmore e Linkin Park


Hybrid Theory EP

 

01. Carousel
02. Technique
03. Step Up
04. And One
05. High Voltage
06. Part of Me

Selo: Mix Media Enterteinment 
Lançamento: 2001 
Produção: Mike Shinoda
Mixagem: Mike Shinoda e Mudrock
Masterização: Pat Kraus


Living Things




01. Lost In The Echo [03:23]
02. In My Remains [03:19]
03. Burn It Down [03:51]
04. Lies Greed Misery [02:27]
05. I'll Be Gone [03:30]
06. Castle Of Glass [03:23]
07. Victimized [01:51]
08. Roads Untraveled [03:44]
09. Skin To Bone [02:48]
10. Until It Breaks [03:46]
11. Tinfoil [01:02]
12. Powerless [03:36]


Lançamento: 26 de Junho de 2012
Produzido por: Rick Rubin e Mike Shinoda
Gravadora: Warner Brothers Records / Machine Shop Recordings

A Thousand Suns




01.The Requiem [2:01]
02.The Radiance - [2:01]
03.Burning In The Skies [0:58]
04.Empty Spaces [0:18]
05.When They Come For Me [4:56]
06.Robot Boy [4:29]
07.Jornada Del Muerto [1:35]
08.Waiting For The End [3:52]
09.Blackout [4:39]
10.Wrectches And Kings [4:15]
11.Wisdom, Justice, Anda Love [1:39]
12.Iridescent [4:57]
13.Fallout [1:23]
14.The Catalyst [5:40]
15.The Messenger [3:02]

Produzido por: Rick Rubin e Mike Shinoda
Gravadora: Warner Brothers Records / Machine Shop Recordings
A Thousand Suns 2010 ...

Road To Revolution




01. One Step Closer (Live) [4:07]
02. From The Inside (Live) [3:25]
03. No More Sorrow (Live) [5:06]
04. Given Up (Live) [3:16]
05. Lying From You (Live) [3:19]
06. Hands Held High (Live) [1:27]
07. Leave Out All the Rest (Live) [3:24]
08. Numb (Live) [3:46]
09. The Little Things Give You Away (Live) [7:20]
10. Breaking the Habit (Live) [4:25]
11. Shadow of the Day (Live) [4:17]
12. Crawling (Live) [4:58]
13. In the End (Live) [3:50]
14. Pushing Me Away (Piano) (Live) [3:19]
15. What I’ve Done (Live) [5:02]
16. Numb/Encore (feat. Jay-Z) (Live) [3:02]
17. Jigga What/Faint (feat. Jay-Z) (Live) [5:11]
18. Bleed It Out (Live) [8:15]

Data de Lançamento (EUA): 25 de Novembro de 2008
Gravado em: Milton Keynes, Inglaterra, National Bowl.
Gravadora: Warner Brothers Records
Informações sobre o CD: Esse CD foi lançado com um DVD, que foi o quarto DVD da banda, o terceiro ao vivo. Contém músicas do Hybrid Theory, Meteora, Collision Course e Minutes To Midnight ao vivo. Contém ainda três faixas bônus no DVD: Somewhere I Belong, Papercut, e Points Of Authority. Contou ainda com a presença do rapper Jay-Z em duas músicas.

Minutes To Midnight



01. Wake [01:40]
02. Given Up [03:10]
03. Leave Out All The Rest [03:18]
04. Bleed It Out [02:54]
05. Shadow Of The Day [04:50]
06. What I’ve Done [03:25]
07. Hands Held High [03:53]
08. No More Sorrow [03:38]
09. Valentine’s Day [03:15]
10. In Between [03:14]
11. In Pieces [03:37]
12. The Little Things Give You Away [06:23]

Data de Lançamento nos EUA: 15 de Maio de 2005.
Data de Lançamento Mundial: 14 de Maio de 2005.
Gravadora: Warner Brothers Records
Informações sobre o CD: Minutes to Midnight é o terceiro álbum de estúdio da banda, e foi apontado pela crítica e público como o melhor e mais importante trabalho da banda até então. Gravado na famosa Mansion, em Laurel Canyon, seu repertório foi produzido por Mike Shinoda ao lado de Rick Rubin, famoso produtor que produziu bandas como U2, Red Hot Chili Peppers e Run DMC, e ganhou o Grammy 2007 de “Produtor do Ano”. O processo de produção do álbum pode ser visto no DVD Minutes To Midnight, que vem com o Special Pack.
Singles: What I’ve Done / Bleed It Out / Shadow Of The Day / Given Up / Leave Out All The Rest

Collision Course





01. Dirt Off Your Shouder/Lying From You
02. Big Pimpin/Papercut
03. Jigga What/Faint
04. Numb/Encore
05. Izzo/In The End
06. Points Of Authority/99 Problems/One Step Closer

Data de Lançamento (EUA): 29 de Novembro de 2004.
Gravadora: Warner Brothers Records
Informações do CD: Também gravado com um DVD, esse CD contém mix de músicas do Linkin Park com músicas do rapper Jay Z. O DVD contém o processo de produção e um show no final, onde eles tocam os mixes.

Living In Texas




01. Somewhere I Belong (Live)
02. Lying From You (Live)
03. Papercut (Live)
04. Points of Authority (Live)
05. Runaway (Live)
06. Faint (Live)
07. From The Inside (Live)
08. P5hng Me A*wy (Live)
09. Numb (Live)
10. Crawling (Live)
11. In The End (Live)
12. One Step Closer (Live)

Data de Lançamento (EUA): 24 de Novembro de 2003
Duração: 36 min. 21 seg.
Gravado em: Reliant Stadium, Houston, TX, USA & Texas Stadium, Irving, TX, USA
Gravadora: Warner Brothers Records
Informações sobre o CD: Esse CD foi lançado com um DVD, que foi o segundo DVD da banda, após Frat Party At The Pankake Festival. Contém músicas do Hybrid Theory, Meteora e Reanimation gravadas em shows em Houston e Dallas, na Summer Sanitarium tour em 2003.

Músicas Extras

Don't Stay
Figure .09
With You
By Myself
A Place For My Head

Meteora


01. Foreword [00:13]
02. Don’t Stay [03:08]
03. Somewhere I Belong [03:33]
04. Lying From You [02:55]
05. Hit The Floor [02:44]
06. Easier To Run [03:24]
07. Faint [02:42]
08. Figure.09 [03:17]
09. Breaking The Habit [03:16]
10. From The Inside [02:55]
11. Nobody’s Listening [02:58]
12. Session [02:24]
13. Numb [03:07]

Data de Lançamento (EUA): 25 de Março de 2003
Duração: 36 min. 36 seg.
Gravado em: NRG Recordings em North Hollywood, Califórnia
Mixado em: Soundtrack Studios em New York City, Nova Iorque
Gravadora: Warner Brothers Records
Informações sobre o CD: Este é segundo álbum de inéditas do Linkin Park, vendeu mais de 10 milhões de cópias, lançando músicas como Numb e Breaking The Habit e popularizando ainda mais a banda. Ganhou um Grammy Awards e um MTV Awards. O processo de gravação do álbum pode ser visto na série de vídeos LPTV ‘03.
Singles: Somewhere I Belong / Faint / Numb / Breaking The Habit / From The Inside

Reanimation



 


01. Opening [01:07]
02.
Pts.Of.Athrty [03:45]
03.
Enth E Nd [03:59]
04.
[Chali] [00:23]
05.
Frgt/10 [03:32]
06.
P5hng Me A*wy [04:37]
07.
Plc.4 Mie Haed [03:20]
08.
X-Ecutioner Style [01:49]
09.
H! Vltg3 [03:30]
10.
[Riff Raff] [00:21]
11.
Wth>You [04:12]
12.
Ntr\Mssion [00:29]
13.
Ppr:Kut [03:26]
14.
Rnw@y [03:13]
15.
My<Dsmbr [04:17]
16.
[Stef] [00:10]
17.
By_Myslf [03:42]
18.
Kyur4 Th Ich [02:32]
19.
1stp Klosr [05:46]
20.
Krwlng [05:42]

Data de Lançamento (EUA):
30 de Julho de 2000.
Duração:
60 min. 52 seg.
Gravado em:
Mainly The Stockroom, Los Angeles, USA
Mixado no:
Olympic Studios, London, Reino Unido.
Gravadora:
Warner Brothers Records
Informações sobre o CD:
Reanimation é o segundo álbum da banda, e contém os remixes do primeiro álbum. Embora tenha sido clássico como projeto paralelo para a banda, o tempo no estúdio para a gravação e pra a realização do álbum foi quase o mesmo que uma produção em um álbum de estúdio regular.
Singles:
Pts.Of.Athrty / Frgt/10


Hybrid Theory


01. Papercut [03:05]
02.
One Step Closer [02:35]
03.
With You [03:23]
04.
Points of Authority [03:20]
05.
Crawling [03:29]
06.
Runaway [03:04]
07.
By Myself [03:09]
08.
In The End [03:36]
09.
A Place For My Head [03:04]
10.
Forgotten [03:14]
11.
Cure For The Itch [02:37]
12.
Pushing Me Away [03:11]

Data de lançamento (EUA):
24 de Outubro de 2000
Duração:
37 min. 42 seg.
Gravado no:
NRG Recordings, Califórnia
Mixado no:
Soundtrack Studios, Nova Iorque
Gravadora:
Warner Brothers Records
Informações sobre o CD:
Hybrid Theory foi o álbum de estréia da banda e vendeu 10 milhões de cópias nos Estados Unidos, tendo com isto o disco de diamante, marca alcançada por poucos álbuns. Essa estréia meteórica assustou a mídia e a própria banda. Hybrid Theory foi o maior cd (álbum) vendido em 2001 nos EUA.
Singles:
One Step Closer / Papercut / Crawling / In The End

Scott Koziol

http://api.ning.com/files/vOHiKxOWPbTVeOAoOZVqIS0u34rfekI-NiIOBD5vMeaaI*3kfwTr0u-CqMtb*iKzGTLNnxuQDg*oxIbdcjSytdqLMpejUcQ*/Scott20Koziol2051.jpg?crop=1%3A1&width=171
Scott Koziol foi baixista temporário do Linkin Park. Participou da gravação da faixa ‘One Step Closer’ e também apareceu no clipe. Nos primeiros shows da banda após a gravação do disco, na metade de 2000, quem viajava em turnê era Scott. Ele não era exatamente um membro da banda, apenas um membro de apoio. Quando Phoenix voltou para a banda, no final de 2000, Scott foi dispensado. Além do Linkin Park, Scott também tocou com o Kottonmouth Kings (banda que o LP já fez turnê) e outras bandas similares da Califórnia.

Mark Wakefield














Mark Wakefield era o vocalista da banda na época em que se chamavam ‘Xero’. Antes de assinarem com uma gravadora, Mark deixou o grupo por problemas pessoais. Ele e Mike se conheceram no colegial, quando o embrião do que seria o Linkin Park se chamava ‘SuperXero’.
Mark, assim como Mike, tinha dons artísticos. Além de trabalhos menores ele foi responsável pela capa do disco ‘Toxicity’ do System Of A Down.

Kyle Christener



http://images2.wikia.nocookie.net/__cb20120810145431/linkinpark/images/8/82/Kylechristener.jpg
Kyle Christener foi o primeiro baixista que acompanhou a banda quando Phoenix saiu do grupo para tocar com o Snax. Foi Kyle quem gravou as faixas do Hybrid Theory EP, e saiu da banda antes do contrato com a Warner.

Scott Belsha

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYvWywlIONRa3f3VuCzm7Byv1Hb_gD6fan_obr5HWtIfaUIDE-WQwY8_S5oXskrQFiZfVYPNG_t4wjnPqpmJw5oIcTK-Znx794vqO13WJYzW7wslK4rgDxS4tZW4SJ6-rghx4vhQpJKMfG/s640/draft_lens19391561module158491590photo_1334390661-.jpg
Scott Belsha
Scott Belsha foi baterista do Xero, um membro de apoio durante as inúmeras tentativas da banda em conseguir contrato com uma gravadora.

Ian Hornbeck

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPJ01T2coPczw42il5f9yycl69jesvgtrm6UpW815MaswCnhwD4IEzrOWiysfGgN4AYzqn9QA_3Rorf-ziOptZ0sL7USsL2biVe0GCHiOuXlNr6tkJfUcHDmv2gFGw4NiAHxzGyii8TiIV/s1600/draft_lens19391561module158491062photo_1334387951-.jpg
Ian Hornbeck
Ian Hornbeck era um músico contratado e tocou em algumas faixas do Hybrid Theory.

Brad Delson

Rob Bourdon

Nome completo: Robert Gregory Bourdon
Apelido: Rob
Data de nascimento: 20 de Janeiro de 1979
Local de nascimento: Calabasas, CA
Função: Baterista

Rob nasceu em Calabasas – cidade do condado de Los Angeles, Califórnia – é judeu.
Aos 9 anos de idade, Rob foi ao “The Great Western Forum”, em Inglewood – cidade também do condado de Los Angeles – para assistir ao show do Aerosmith. Esse foi o primeiro show ao qual ele foi. Rob disse que, depois de vê-los tocar, ele desejou um dia estar lá, naquele palco, tocando bateria. Segundo ele, foi muito bom ver, anos depois, o nome da banda dele no anúncio de shows da casa onde ele se inspirou a tocar bateria.
Apesar disso, seu primeiro instrumento foi o piano – ele era forçado a estudar piano quando criança. Hoje em dia, ele toca o insturmento no seu tempo livre. Ele chegou a compor algumas músicas no piano durante o processo de composição de músicas para o disco “Minutes to Midnight”.
Sua primeira banda, já como baterista, se chamava No Clue – mais tarde, o grupo passou a se chamar Physical Evidence. Eles tocavam covers de bandas com Nirvana, Bad Religion e Suicidal Tendencies. Rob fez aula de bateria por cerca de um ano, mas parou pois não gostava de ler partituras. Ele preferia tocar as músicas de suas bandas favoritas de ouvido.
No colegial, Rob entrou para a banda de jazz da escola e, depois de uma apresentação, foi convidado por dois membros de uma banda chamada Karma a se juntar ao grupo. Através dos membros do Karma, Rob conheceu Brad Delson, com quem formou uma banda mais tarde. Nessa época, ele trabalhava como garçom.
Rob é considerado o mais perfeccionista da banda pelos outros membros do Linkin Park. Segundo eles, Rob não costuma errar nem mesmo durante as gravações dos videoclipes da banda.

Informações aleatórias:
Rob toca bateria com sapatos de corrida de automobilismo. Segundo ele, isso o dá mais controle sobre os pedais da bateria.
Além de tocar piano, Rob gosta de surfar durante seu tempo livre.

Joe Hahn

Nome completo: Joseph Hahn
Apelido: Mr. Hahn
Data de nascimento: 15 de Março de 1977
Local de nascimento: Glendale, CA
Função: DJ

Mr. Hahn, como é conhecido, nasceu e cresceu em Glendale – cidade do condado de Los Angeles, Califórnia – foi casado com Karen Benedit e não tem filhos. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, Joe Hahn é coreano – seus pais são coreanos.
Ele estudou na Hoover High School e, quando se formou, foi para Art Center College Of Design para estudar Ilustração – lá, conheceu Mike Shinoda. Joe deixou a faculdade para trabalhar e não se formou.
Ele entrou para o mundo da música mais tarde do que os outros membros da banda. Interessou-se pelo som das picapes e do hip-hop, então decidiu estudar. Entrou para o Xero a convite de Mike e é junto com ele que Joe cuida da parte de arte do Linkin Park – de vídeoclipes até artworks de discos e designs de palco. Juntos eles também criaram as primeiras versões do site oficial da banda.
Em 2005, Joe emprestou seus scratches a duas músicas do Fort Minor: “Slip Out The Back” e “Move On” – esta última não é parte do disco “The Rising Tied”, mas foi liberada para download no fã-clube oficial do Fort Minor, o Fort Minor Militia.
Além dessas participações, Joe fez um remix do maior hit do projeto solo de Mike Shinoda, “Where’d You Go”. O remix foi entitulado “Where’d You Joe” e, assim como Move On, foi disponibilizado para membros do Fort Minor Milita.
Joe dirigiu a maioria dos vídeoclipes do Linkin Park. Também dirigiu vídeos de outros músicos como Static-X, Story Of The Year, Alkaline Trio e Xzibit. Fora do mundo da música, ele foi responsável pela ilustração e efeitos especiais dos seriados “Arquivo X” e “Dune”; e do longa metragem “Sphere”.
Entre 2005 e 2006, enquanto seus companheiros de banda Chester Bennington e Mike Shinoda se ocupavam com seus projetos paralelos, Joe Hahn filmou um curta metragem chamado “The Seed”. O curta foi lançado em no começo de 2008 e estreou no Pusan International Film Festival.
Ainda em 2005, Joe criou uma grife e abriu uma pequena loja de roupas e brinquedos de viníl na badalada Melrose Avenue, em Los Angeles. Tanto a loja quanto a grife se chamam “Suru”. Site oficial: www.suru-la.com.

Phoenix Farrel

Nome completo: David Michael Farrell
Apelido: Phoenix
Data de nascimento: 08 de Fevereiro de 1977
Local de nascimento: Plymouth, Massachusetts
Função: Baixista

Dave ‘Phoenix’ Farrell nasceu em Plymouth, Massachusetts, é casado com Linsey Braeunig e tem duas filhas gêmeas, Regan e Brooklyn.
Aos 5 anos de idade, Phoenix mudou-se para Mission Viego – cidade do condado de Orange, na Califórnia. Ele aprendeu a tocar guitarra com sua mãe e, no colegial, se juntou à banda de punk cristão “Tasty Snax”, que mais tarde mudou seu nome para “The Snax”. O grupo, no entanto, já tinha guitarristas e precisava de um baixista. Phoenix decidiu fazer a troca e passou a tocar baixo desde então.
Quando se formou na Mission Viego High School, Phoenix foi para a University Of California. Lá, conheceu Brad Delson que, na época, era seu companheiro de quarto.
Convidado por Brad, Phoenix se juntou ao Xero – a banda futuramente viria a se chamar Linkin Park. No começo de 1999, Phoenix deixou o Xero para terminar alguns compromissos de turnê com o The Snax e, pouco mais de um ano depois, retornou oficialmente ao Linkin Park, que já desfrutava do sucesso do seu primeiro single, “One Step Closer”.
Durante o tempo em que passou fora, Phoenix foi temporariamente substituído por Kyle Christener e Scott Koziol – o primeiro, participou da gravação do EP da banda e, o último, fez alguns shows com o Linkin Park e gravou o vídeo de One Step Closer.
Quando retornou ao Linkin Park, Phoenix trouxe com ele Mark Fiore, vocalista do The Snax. Desde então, Mark acompanha a banda em suas turnês e se tornou cinegrafista do grupo.
Apesar de não ter participado da gravação do disco de estréia do Linkin Park, “Hybrid Theory”, Phoenix compôs algumas das letras do disco e, dois anos depois, na gravação do “Reanimation”, foi ele quem gravou os instrumentos de corda. Além de ter tocado violoncelo em algumas apresentações da banda em “My December”.
Atualmente, Phoenix faz backing vocals nas músicas “The Little Things Give You Away” e “Hands Held High” durante os shows ao vivo do Linkin Park. Quando tocava no The Snax, Phoenix também dava apoio ao vocalista Mark.

Informações aleatórias :
Phoenix tem duas tatuagens. Ele as desenhou com a ajuda de Mike Shinoda. São duas “phoenix”, uma em cada ombro.

Mike Shinoda

Nome completo: Michael Kenji Shinoda
Apelido: Mike, Spike Shinizzle, Glue, Spike Minoda, Akira
Data de nascimento: 11 de Fevereiro de 1977
Local de nascimento: Panorama City, CA
Função: Vocalista, Guitarrista, Tecladista

Mike nasceu em Panorama City – cidade do condado de Los Angeles, Califórnia – é descendente de japoneses e casado com Anna Hillenger. O casal tem um filho chamado Otis.
Com cerca de quatro anos de idade, Mike começou a estudar piano. Ele estudou técnicas de piano clássico, jazz e, por fim, hip-hop por cerca de doze anos. Depois disso, passou a tocar teclado e a compor samples.
Mike estudou na Agoura High School, onde conheceu Brad Delson. Juntos, eles costumavam compor e gravar músicas em um pequeno estúdio que Mike montou em seu quarto. Nessa época, ele ainda não sabia tocar guitarra. Ele só começou a aprender depois da entrada de Chester Bennington na banda.
Depois do colegial, Mike foi para o Art Center College Of Design, onde se formou em Arte da Ilustração. Ele e Joe Hahn são os responsáveis pela parte visual da banda – juntos eles fizeram toda a arte dos álbuns da banda e de boa parte dos materiais promocionais também.
Seus desenhos e pinturas são o reflexo de uma miscigenação de culturas, que misturam heranças nipo-americanas, guerilla street art e suas experiências no mundo da música. Existem muitos músicos que pintam, mas em contraste, Mike poderia ser um pintor cujo hobby é a música. Seu talento e habilidades são os mesmos em ambos, música e arte.
No período em que cursou a faculdade, Mike frequentava às aulas das 9h até as 16h. Depois disso, fazia seus trabalhos de casa – seis horas diárias, normalmente – e então ia para o estúdio onde a banda ensaiava. O estúdio, por sua vez, trancava suas portas das 2h até as 8h. Nesse intervalo, ninguém podia entrar ou sair de lá. Por conta disso, Mike levava sua escova de dentes e um travesseiro, trabalhava a noite toda e dormia algumas horas antes de o estúdio abrir para que ele pudesse sair e começar tudo de novo.
No Linkin Park, além de cantar, Mike toca guitarra e teclado. Depois da primeira grande turnê da banda, na qual ela se apresentou 324 vezes em um ano, Mike produziu sozinho o segundo álbum do Linkin Park, o Reanimation. Ele também co-produziu, ao lado de Rick Rubin, o terceiro disco de inéditas da banda: Minutes to Midnight.
Em 2005, Mike gravou e lançou o primeiro disco do seu projeto paralelo entitulado Fort Minor. Ele compôs todas as letras e arranjos do álbum, chamado “The Rising Tied”. Não satisfeito, tocou todos os instrumentos no período de gravação, produziu e fez a arte do disco.

Informações aleatórias:
Mike Shinoda é multi-instrumentista. Além de guitarra, piano e teclado, ele toca baixo, bateria e mais alguns instrumentos de corda e sopro.
Em 2004, Mike criou uma edição especial do tênis DC Clientele. Ele fez o design do tênis, a arte da caixa, da palmilha e dos materiais promocionais. Uma porcentagem do lucro das vendas foi destinada ao Michael K. Shinoda Endowed Scholarship, um programa de bolsa de estudos criado por Mike em parceira com o Art Center College Of Design.
Em 2006, Mike fez sua primeira exposição de arte, Diamonds Spades Hearts & Clubs, no Gallery 1988. Ele exibiu os trabalhos feitos para ilustrar o disco “The Rising Tied”, do Fort Minor, além de alguns trabalhos feitos em colaboração com outros artistas.
Ainda em 2006, Mike produziu algumas faixas do disco “Food & Liquor”, de Lupe Fiasco. Lupe conheceu Mike no iate de Jay-Z durante a VMA Afterparty, e deu a ele uma mixtape com suas músicas. Lupe gravou uma música que se tornou b-side do disco “The Rising Tied”, do Fort Minor.
Em 2008, Mike fez sua segunda exposição de arte, Glorious Excess, no Museu Nacional Nipo-Americano. Dessa vez, a exibição foi patrocinada pela DC Shoes. A exposição também serviu como lançamento dos novos tênis recriados por Mike para a coleção DC Remix Series.
A primeira parte da exposição, Glorious Excess (BORN) abriu suas portas em 11 de julho de 2008, e a segunda parte, Glorious Excess (DIES) aconteceu à partir de 22 de agosto de 2009.
Mike produziu em 2011 o score do filme The Raid (2012), que você pode conferir aqui.

Chester Bennington

Nome completo: Chester Charles Bennington
Apelido: Chazy Chaz
Data de nascimento: 20 de Março de 1976
Local de nascimento: Phoenix, Arizona
Função: Vocalista

Chester nasceu em Phoenix, Arizona, mas se mudou algumas vezes para diferentes cidades dentro do estado. Se formou na Washington High School – depois de passar por ambas Centennial e Greenway High School. Atualmente, é casado com Talinda Bentley e tem seis filhos: Jaime e Isaiah, o primeiro com Elka Brand e o segundo, irmão de Jaime, adotado; Draven Sebastian Bennington, com sua ex-mulher Samantha Olit, e Tyler Bennington e duas gêmeas com sua atual mulher, Talinda.

O abuso sexual
Com idade entre 7 e 8 anos, Chester começou a ser molestado por um amigo mais velho. Ele descreve os abusos como “toques curiosos do tipo ‘o que essa coisa faz?’ até violações completas e malucas”. Chester tinha medo de que as pessoas pensassem que ele fosse gay o que estava mentindo, por isso nunca contou nada a ninguém. Os abusos continuaram até os 13 anos de idade.
Dois anos antes do fim dos abusos, os pais de Chester se separaram, e seu pai, um detetive policial, ficou com sua custódia. Seu irmão mais velho e uma de suas irmãs já haviam se mudado na época, e a outra irmã nunca estava por perto.
De acordo com Chester, a única coisa que ele tinha vontade de fazer era matar a todos e depois fugir. No lugar disso, ele desenhou quadros e escreveu poesia – montes e montes de coisas, todas em forma de música, todas com versos, com refrões e com a intenção de compreender seus sentimentos. No som, de fundo, estavam Depeche Mode e Stone Temple Pilots.

A primeira banda
Com cerca de 15 anos de idade, Chester foi convidado a se juntar à banda “Sean Dowdell and his Friends”, que mais tarde passou a se chamar “Grey Daze”. A relação que ele tinha com os membros do Grey Daze fez com que ele sentisse uma conexão com alguém pela primeira vez na vida. O problema é que junto com isso, Chester encontrou uma boa maneira de se misturar e esquecer dos abusos que havia sofrido na infância: se drogando, bebendo muito e fazendo sexo com muitas garotas.
Aos 17 anos, Chester se mudou para a casa da mãe. Chocada com sua aparência drogada, ela o proibiu de sair de casa. Apesar disso, o Grey Daze continuava a conquistar seu espaço. Eles abriam os shows de todas as bandas nacionais que iam se apresentar em Phoenix e conseguiam trazer cerca de 2 mil pessoas aos seus shows. Segundo Chester, a banda começava a dar autógrafos logo que a apresentação terminava e só conseguiam parar quando a casa fechava.
Um ano mais tarde, Chester foi preso por portar maconha.
Casamentos e separações
Nessa época, Chester trabalhava no Burger King, e lá conheceu Samantha. Eles se casaram quando Chester tinha 20 anos, e nenhum dinheiro para comprar alianças. Por conta disso, eles tatuaram os anéis – um amigo do casal fez as tatuagens de presente pelo casamento e não cobrou.
Sete anos depois da entrada de Chester na banda, o Grey Daze acabou. Pouco tempo depois, Chester estava trabalhando em uma firma de serviços digitais e, junto com Sean Dowdell, baterista do Grey Daze, ele fundou o “Club Tattoo”.
Chester e Samantha tiveram um filho, Draven Sebastian, antes de se separarem no começo de 2005. Juntos eles desenhavam roupas para a marca “Replicant”.
Não muito tempo depois da separação, Chester casou-se com Talinda Bentley, com quem teve seu segundo filho, Tyler Lee. Além de Draven e Tyler, Chester tem outros dois filhos: Jaime e Isiah. Os dois irmãos foram adotados por Chester.

O fim dos vícios e o começo de novos projetos
Em 2001, durante uma turnê com o já bem sucedido Linkin Park, Chester voltou a ter problemas com álcool e drogas. Ele nunca fazia shows completamente sóbrio e isso acabou segregando ele do resto da banda. Quando percebeu o que estava fazendo, Chester pediu ajuda a um companheiro de banda que o ajudou sem fazer julgamentos. Ele largou as drogas e se manteve sóbrio, mas voltou a beber no fim da turnê mundial do Linkin Park, em 2004. Mais uma vez, Chester pediu ajuda e foi atendido. Na época, seu casamento com Samantha já não estava mais dando certo, e ele se abriu emocionalmente. Forçado a examinar seu comportamento nos últimos anos, ele desabou frente aos amigos de banda. Desde então, Chester tem feito de tudo para continuar sóbrio. Segundo ele, isso fez uma enorme diferença na relação dele com o resto da banda. “Todos nós passamos tempo juntos agora porque eles realmente querem estar perto de mim. Isso é muito importante pra mim”.
Em 2007, Chester anunciou a criação da sua marca de roupas, Ve’cel. Além disso, está previsto para 2009 o aguardado lançamento do primeiro disco do seu projeto solo entitulado “Dead By Sunrise”, no qual trabalhou com Amir Derakh e Ryan Shuck, ex-membros da banda Orgy que atualmente estão em turnê com sua nova banda, Julien-K.

Informações aleatórias:

Chester atuando
Durante o colegial, Chester fez alguns papéis como ator. Segundo ele, nenhum dos papéis era sério. Seja como for, em 2006 Chester fez uma breve participação no longa metragem “Cranck”, de Mark Neveldine e Brian Taylor.
Sem dinheiro para se matricular, Chester frequentava clandestinamente aulas da faculdade de Filosofia.
Ele ajuda a fundação “Take Me Home”, que promove a adoção de animais. Em 2001, Chester colocou seu carro – um Hyundai – para leilão no eBay. O carro foi arrematado por $15 mil dólares e a renda foi destinada à fundação.
Todo ano, ele adota financeiramente crianças que nascem com defeitos na face.
No dia 15/03/2004, Chester fez uma cirurgia de correção nos olhos. Naquela noite, que era também o aniversário de Joe Hahn, o Linkin Park se apresentou em Los Angeles e, pela primeira vez, Chester pode ver completamente a platéia. “Eu acabei de fazer uma cirurgia a laser nos olhos hoje. No começo assustou um pouco, mas agora posso ver todos vocês pela primeira vez. É incrível!”, ele disse durante o show.
Seu primeiro instrumento foi um piano. Ele também toca guitarra.
Em 2008, Devon Townsend foi condenada a 2 anos de prisão em uma prisão federal americana por invadir os e-mails de Chester em 2006. Townsend também fez ameaças à esposa de Chester, Talinda Bentley, pelo telefone.
Além do “Dead By Sunrise”, Chester tem outro projeto paralelo: o Bucket Of Weenies. Esta é uma banda de garagem cujos membros são amigos de Chester – entre eles, ex-parceiros de banda. A banda toca covers de outras bandas.

A Banda


De Xeros a Heroes
Com cerca de quatro anos de idade, quando começou a estudar piano, Mike Shinoda nunca poderia imaginar o que o futuro reservava para ele.
Descendente de japoneses, Mike nasceu no condado de Los Angeles, Califórnia, em 1977. Suas aulas de piano – nas quais aprendeu técnicas de piano clássico, jazz e hip-hop – duraram doze anos. Três anos antes do fim delas, em 1990, Mike conheceu Mark Wakefield na escola onde estudava, a Agoura High School. Através de Mark, ele conheceu Brad Delson, que também estudava na mesma escola, e Rob Bourdon, que estudava em uma escola próxima. Na época, Mark, Brad e Rob faziam parte de uma banda de hardcore chamada “The Pricks”.
Mike e Brad se tornaram amigos, e passaram a escrever e gravar músicas misturando suas influências musicais – rock (Brad) e hip-hop (Mike) – em um pequeno estúdio que Mike armou em seu quarto.
Cerca de seis anos se passaram entre um experimento musical e outro e, aquilo que Mike e Brad haviam começado a fazer no estúdio improvisado por Mike, havia evoluído e tomado forma. Eles então convidaram Mark e Rob para se juntar a eles e, dessa forma, nasceu o Xero.
Nessa época, Mike foi para o Art Center College Of Art (ACCA) para estudar Ilustração e, Brad, para a University Of California estudar Comunicações. Na universidade, Brad conheceu Dave. Phoenix, como Dave é conhecido, era companheiro de quarto de Brad e tocava baixo em uma banda de hardcore cristão chamada Tasty Snax. Mike, por sua vez, conheceu Joe Hahn no ACCA. Joe estudava Ilustração e, por influência do hip-hop, havia aprendido técnicas de DJ.
Phoenix e Joe se juntaram ao Xero. Com as influências do hip-hop de Mike e Joe de um lado, e as influências do rock de Brad e Phoenix do outro, rock e hip-hop estavam, finalmente, prontos para colidir.
Os meninos do Xero passavam mais tempo escrevendo do que se apresentando. Eles passavam semanas trabalhando nas músicas, e costumavam fazer apenas um ou dois shows por mês. Os shows eram, na verdade, uma desculpa para fazer uma festa logo depois. No início, a idéia não era ir atrás de uma gravadora, mas quanto mais eles tocavam, mais percebiam que poderiam ter uma chance.
Em 1997, o Xero gravou seu primeiro demo – uma fita cassete com apenas quatro músicas. Eles enviaram cópias da fita a inúmeros A&R de gravadoras em Los Angeles, mas todos rejeitaram a banda rapidamente. Todos menos um.
Jeff Blue, que na época era A&R da gravadora Zomba Music, ouviu a fita o bastante para decidir manter contato. Nesse meio tempo, desanimado pelas recusas, Mark Wakefield começou a se distanciar e, pouco depois, deixou a banda.
Mike sabia que não poderia lidar sozinho com os vocais. Ele então deu algumas cópias da fita demo para Jeff Blue e para alguns outros conhecidos, para que eles as enviassem na esperança de encontrar um substituto para Mark.
Longe dali, em Phoenix, Arizona, estava alguém que, assim como Mike Shinoda aos quatro anos de idade, nunca poderia imaginar o que o futuro reservava para ele.
Chester Bennington tinha 15 anos quando foi convidado para se juntar à banda “Sean Dowdell and his Friends” que, pouco depois, passou a se chamar “Grey Daze”. A relação que ele tinha com os membros do Grey Daze fez com que ele sentisse uma conexão com alguém pela primeira vez na vida. Dos 7 aos 13 anos de idade, Chester foi molestado por um amigo mais velho. Dois anos antes do fim dos abusos, seus pais se separaram, e seu pai ficou com sua custódia. Seu irmão mais velho e uma de suas irmãs já haviam se mudado na época, e a outra irmã nunca estava por perto.
Sem ter ninguém com quem contar, e com medo do que as pessoas iriam pensar, Chester nunca disse nada a ninguém. Segundo ele, a única coisa que ele tinha vontade de fazer era matar a todos e depois fugir. No lugar disso, ele desenhou quadros e escreveu poesia.
O Grey Daze conquistou seu espaço no Arizona, e chegou a colocar duas músicas na rádio. Eles abriam os shows de todas as bandas nacionais que iam se apresentar no Estado.
Apesar disso, sete anos depois da entrada de Chester na banda, o Grey Daze acabou. Aos 22 anos, Chester estava casado e trabalhando em uma firma de serviços digitais. Seu aniversário de 23 anos mudaria sua vida.
Chester atendeu o telefone no dia 20 de março de 1999, sexta-feira, no meio da festa surpresa do seu 23º aniversário. Era Jeff Blue.
“Eu vou te dar sua grande chance. Eu tenho uma ótima banda pra você. Vou te enviar uma demo pelo correio”, disse Blue.
O A&R da Zomba Music contou ainda que a banda fazia uma mistura de rock com hip-hop. Apesar de não ter muito interesse por hip-hop, Chester pediu que Jeff enviasse a fita mesmo assim.
Ele e sua esposa, Samantha, sabiam que sua vez havia chegado. “É isso. Essa é a banda. Vai acontecer”, eles disseram quando a fita chegou no dia seguinte à ligação de Jeff. Chester, então, ligou para o estúdio de um amigo e pediu algumas horas para gravar.
Domingo, um dia depois de receber a fita, Chester ligou para Blue e disse que estava pronto. Blue riu, e então disse a Chester que ele precisava gravar os vocais e mandar a fita de volta pelo correio antes de qualquer coisa. Impaciente, Chester colocou colocou a fita para tocar pelo telefone e então perguntou:
“Está bom o suficiente para você?”.
“Quando você pode estar aqui?”, respondeu o já convencido Jeff Blue.
“Eu tenho um ticket de loteria premiado aqui”. Foi o que Chester disse aos amigos quando, no dia seguinte, deixou sua esposa e partiu para a Califórnia com apenas algumas mudas de roupa. Às 9h do dia 23 de março de 1999, ele estava na escadaria da Zomba Music, em Los Angeles, esperando as portas abrirem.
Apesar de Jeff Blue acreditar que Chester era a pessoa ideal para completar a banda, os meninos do Xero tinham outros planos. Eles haviam agendado uma audição com outros cantores. Não queriam simplesmente entregar a vaga para Bennington.
Chester tocava com a banda entre um e outro cantor que vinha para a audição. Com o Grey Daze, ele havia gravado dois discos e alcançado um sucesso considerável. Ele pensava ser “grande coisa”. Pensava estar fazendo um favor àquela banda e, os meninos do Xero, por sua vez, olhavam para ele como se ele fosse apenas um dos candidatos à vaga. Chester contemplou a idéia de mandá-los a merda.
Não precisou. A vaga era dele e, com sua entrada, a banda passou a se chamar Hybrid Theory.
Daí pra frente, eles começaram a trabalhar duro nas suas músicas. Brad e Mike trabalhavam primeiro nos arranjos, e então Mike se juntava ao Chester para escrever as letras. Muitas delas eram reflexo da infância dolorosa de Chester. Foi dessa forma, escrevendo, que Mike e Chester passaram a se conhecer de verdade, e foi assim que Chester contou sobre os abusos que havia sofrido. “Foi uma maneira estranha de nos conhecermos, mas foi assim que aconteceu”, Mike conta.
Chester era um sem-teto em Los Angeles. Ele tinha uma casa, mas em Phoenix. Por conta disso, ele foi forçado a dormir nos sofás dos seus novos companheiros de banda, no seu carro e no estúdio onde ensaiavam.
“Foi duro. Eu estava infeliz. A única coisa que me fez continuar foi saber que tinhamos algo especial acontecendo. Eu sabia que essa era a banda”, Chester conta.
Mike, por vezes, também dormia no estúdio. Ele frequentava às aulas no ACCA das 9h até as 16h. Depois disso, fazia seus trabalhos de casa – seis horas diárias, normalmente – e então ia para o estúdio. O estúdio, por sua vez, trancava suas portas das 2h até as 8h. Nesse intervalo, ninguém podia entrar ou sair de lá. Mike então levava sua escova de dentes e um travesseiro, trabalhava a noite toda e dormia algumas horas antes de o estúdio abrir para que ele pudesse sair e começar tudo de novo.
Em 1999, a banda escreveu uma lista de metas que gostaria de alcançar. Phoenix queria uma carreira na música; Chester, um disco de ouro; e Mike, um Grammy.
Foi nessa época que a eles começaram a utilizar aquela que acabou por se tornar uma de suas principais ferramentas de divulgação: a internet. Quando não estavam trabalhando nas músicas, eles postavam mp3′s no site da banda e conversavam com as pessoas – às vezes com mais de 5 por vez. Apesar das respostas positivas vindas dos contatos na internet, a banda não conseguia deixar nenhuma gravadora interessada.
Jeff Blue entrou em cena mais uma vez: ele ofereceu um contrato de desenvolvimento para o grupo, em nome da Zomba Music. Graças a isso, o Hybrid Theory conseguiu gravar seu primeiro EP, com seis faixas.
Eles fizeram mais de 50 showcases para membros de gravadoras e foram rejeitados por todos múltiplas vezes, até que Blue foi contratado para ser A&R da Warner Brothers. O Hybrid Theory foi a primeira banda com quem ele assinou um contrato em seu novo cargo.
A banda comemorou o contrato com a gravadora no restaurante Hooters. Na noite seguinte, foram comemorar no House of Pies.
Apesar do contrato assinado, nem tudo eram flores. O então chefe de A&R da Warner Brothers, David Kahne, odiava a banda.
O primeiro problema foi o nome. Havia uma outra banda com quem a Warner havia assinado um contrato recentemente cujo nome era “Hybrid”. Essa banda supostamente seria o próximo grande “estouro” da gravadora. Isso forçou o Hybrid Theory a mudar seu nome. Chester sugeriu “Lincoln Park” (na época, nome de um bairro em Santa Monica, Califórnia – hoje em dia o lugar passou a se chamar “Christine Emerson Reed Park”), mas o domínio lincolnpark.com já havia sido registrado. Eles então mudaram a forma com que o nome era escrito, para a forma como ele soava. Assim originou-se o nome definitivo da banda: Linkin Park.
O próximo problema eram as músicas. Quando eles começaram o trabalho de pré-produção do disco, com Don Gilmore, o produtor disse que não gostava de nenhuma das músicas, salvo duas delas: “Points of Authority” e “With You”.
Eles praticamente tiveram que escrever um novo disco em dois meses. E assim foi feito.
A banda ficou na casa de Mike e reescreveu o disco, mas os problemas não pararam por aí. Membros da gravadora vieram ao estúdio onde a banda estava gravando.
“Chester, você sabe que você é a estrela, você é incrível. Essa deveria ser a sua banda. Precisamos nos livrar do Mike ou fazer com que ele apenas toque teclado”, disse um dos membros da gravadora.
“Vá se foder! Você está falando sério? Eu acabei de entrar para a banda e você está me dizendo para começar uma campanha contra o cara que escreve toda a música? Essa é a banda dele. Se ele pudesse cantar, eu não teria um trabalho. Qual é o seu problema, seu idiota?”, respondeu Chester.
Depois disso, a gravadora quis trazer um outro rapper. Um cantor de reggae chamado Matt Lyons. Como se não bastasse, eles disseram para o Mike cantar como Fred Durst, do Limp Bizkit.
A banda decidiu então cortar a comunicação com a gravadora, a não ser que ela fosse absolutamente necessária. Eles brigaram e, basicamente, disseram a todos que eles iriam fazer aquilo sozinhos e do jeito deles, e que se a gravadora não estivesse satisfeita com esses termos, que quebrassem o contrato.
A banda assumiu o risco, e venceu.
Em 23 de outubro de 2000, a banda estava no Estado de Washington, perto de Seattle. Seu primeiro disco seria lançado no dia seguinte e, graças ao apoio da Warner, seu primeiro single, One Step Closer, já voava alto nas ondas do rádio.
Phoenix, que perdeu o processo de gravação do disco por ter deixado a banda temporariamente para cumprir alguns compromissos com sua banda antiga, Tasty Snax, estava de volta. Eles estacionaram o carro do lado de fora de uma loja de discos 24h para esperar a meia noite e, assim, comprar a primeira cópia do seu próprio disco. Não por acaso, começaram a sonhar a respeito de quanto o disco iria vender na primeira semana após o lançamento. “Eu pensei que seria demais se vendesse 3.000 cópias”, disse Phoenix. “Eu pensei que esse era um bom palpite, mas Chester disse que ele achava que venderia 8.000 cópias. Minha primeira reação a isso foi pânico. Você tem que ter expectativas altas, mas não pode ser burro”, ele completou.
Ambos erraram por muito: no final da primeira semana, o disco havia vendido 47.000 cópias e, seis semanas depois do lançamento, o álbum – entitulado Hybrid Theory – alcançou a marca de 500.000 cópias vendidas.
A banda seguiu o inverno em torno do globo por quase todo o ano. Estava sempre nevando ou chovendo em todos os lugares onde iam e eles estavam começando a ficar esgotados, física e emocionalmente.
Isso aliado à solidão e à depressão causadas pela turnê, fizeram com que Chester voltasse a beber demais e a fumar maconha. Ele nunca fazia um show completamente sóbrio. Isso segregou ele do resto da banda. Quando viu que aquilo estava o derrubando, Chester pediu ajuda ao resto do grupo e foi atendido.
Em 2002, a agenda da banda ficou mais sossegada e eles finalmente puderam descançar depois de 324 shows em 365 dias. Hybrid Theory, o disco de estréia da banda, foi nomeado em três categorias do Grammy – entre elas a de “Melhor disco de rock” – e venceu em uma delas, a de “Melhor Performance de Hard Rock”, com a música “Crawling”.
Durante seu precioso tempo de descanço, Mike remixou todas as músicas do Hybrid Theory e mais duas outras para o segundo álbum da banda, o Reanimation – que conta com contribuições de nomes como Black Thought, Jonathan Davis (Korn), Stephen Carpenter (Deftones) e Aaron Lewis (Staind).
O disco foi extremamente criticado pela mídia, que chamou o projeto de caça-níquel, mas foi sucesso de crítica em um outro universo: o do hip-hop.
Não muito depois do lançamento de Reanimation, a banda voltou pro estúdio para gravar seu segundo disco de inéditas, novamente com Don Gilmore na produção.
Com o sucesso incomparável do primeiro disco, havia muita pressão em torno do segundo álbum da banda. Dificilmente seria possível para eles repetir o feito de Hybrid Theory. Apesar disso, o lançamento de Meteora, em 2003, foi um sucesso tanto comercial quanto de crítica. Com o novo disco nas lojas, a banda iniciou uma turnê mundial que só terminou no segundo semestre de 2004, com um show esgotado no Brasil – o primeiro e único show deles na América do Sul.
Dessa turnê se originou o quarto disco da banda. Ainda em 2003, durante a turnê Summer Sanitarium – encabeçada pelo Metallica – o Linkin Park gravou e lançou um CD/DVD ao vivo. O disco, entitulado “Live in Texas”, foi gravado em dois diferentes shows da turnê: um em Houston e outro em Irving.
Depois do fim da turnê mundial, em 2004, Chester voltou a vagar por maus caminhos por conta do seu casamento que já não estava mais dando certo e pelo fato de estar bebendo cada vez mais novamente.
Mais uma vez, ele pediu ajuda para os amigos da banda e foi atendido. Voltou a ficar sóbrio, se divorciou e casou-se novamente. Nessa fase, Chester se abriu emocionalmente com a banda e foi forçado a examinar seu comportamento nos últimos anos. Ele desabou frente aos companheiros de banda.
Desde então, ele tem feito de tudo para continuar sóbrio. Segundo ele, isso fez uma grande diferença na relação dele com o resto do grupo. “Todos nós passamos tempo juntos agora porque eles realmente querem estar perto de mim. Isso é muito importante pra mim”.
Nessa época, a banda surpreendeu a todos com um projeto surpresa: o lançamento de mais um CD/DVD. Tudo começou no primeiro semestre de 2004, quando a MTV americana procurou o rapper Jay-Z, que na época havia acabado de anunciar sua aposentadoria, e perguntou com quem ele gostaria de gravar um mash-up. A convite dele, o Linkin Park se juntou ao projeto e, juntos, eles gravaram um mash-up com seis músicas, chamado Collision Course.
Depois do período de composição e gravação das músicas, Jay-Z se juntou ao Linkin Park em um show no The Roxy, em Los Angeles, para tocar as músicas do disco. Essa apresentação foi filmada pela MTV americana para um especial de televisão – o MTV Ultimate Mash-Ups – e lançada junto com o disco em um DVD. Mais uma vez a banda foi duramente criticada pela mídia e acusada de fazer projetos caça-níqueis. Collision Course, no entanto, rendeu a eles mais um Grammy: o de “Melhor Colaboração de Rap”, com a música “Numb/Encore”.
Depois de quase cinco anos gravando e fazendo turnê sem pausa, a banda decidiu parar para descançar antes de voltar para o estúdio e gravar um novo disco. O Linkin Park não lançaria mais nada até o primeiro semestre de 2007.
No início de 2005, a banda fundou a organização Music For Relief, originalmente para dar suporte às vítimas do tsunami que atingiu o sul da Ásia no dia 26 de dezembro de 2004. Atualmente, a missão do Music For Relief é ajudar as vítimas de desastres naturais a se recuperarem, reconstruindo casas e investindo em programas de educação e em recursos. Além disso, a organização trabalha no sentido de difundir conhecimento sobre o aquecimento global, suas consequências e como combatê-lo.
O ano de 2005 também foi marcado pelo trabalho dos integrantes da banda em projetos paralelos. Mike Shinoda gravou e lançou o primeiro disco do seu projeto solo, o Fort Minor – o disco se chama “The Rising Tied”; Joe Hahn filmou e dirigiu um curta-metragem, entitulado The Seed; e Chester Bennington começou a trabalhar no seu primeiro disco solo, previsto para ser lançado em 2009. O projeto já tem nome: Dead By Sunrise. O título do disco ainda não foi anunciado.
Ainda em 2005, o Linkin Park reivindicou o fim do seu contrato com a Warner Brothers. De acordo com o comunicado oficial da banda, eles estavam preocupados com os novos rumos da gravadora, que havia trocado de dono e com o fato de que, naqueles termos, a gravadora talvez não estivesse forte o suficiente para divulgar o próximo disco da banda. No fim do mesmo ano, no entanto, a banda e a gravadora entraram em um acordo. A Warner pagou uma quantia estimada em $15 milhões de dólares ($34 milhões de reais na época) antecipadamente por aquele que seria o próximo álbum da banda. O contrato também aumentou os royalties da banda para cerca de 20%, o que coloca o grupo perto do mais alto escalão nessa categoria.
Depois disso tudo, chegou a hora de voltar ao trabalho.
Depois de anunciar e postergar muitas datas de lançamento, o terceiro disco de inéditas do Linkin Park finalmente chegou às lojas do mundo todo no dia 14 de maio de 2007. A nova atmosfera no relacionamento do Linkin Park, após a recaída de Chester no fim da turnê de 2004, trouxe à banda uma criatividade renovada. Apesar do lento e complicado processo de produção do disco, uma nova banda surgiu disso tudo. Uma banda livre para compor o que gosta.
Mesmo com óbvia tentação de repetir a fórmula dos primeiros dois discos, a banda se reinventou. “Minutes to Midnight” apresentou ao mundo um novo Linkin Park, bastante diferente do antigo, mas com a integridade da sua essência intocada.
O disco fechou o ano de 2007 no topo em 28 dos países onde foi lançado e ajudou a elevar o número total de vendas da banda para mais de 45 milhões de cópias, o que faz deles o grupo de maior vendagem deste milênio.
Minutes to Midnight dividiu opiniões, fez a banda ganhar novos fãs e – por que não? – abriu a cabeça de muitos dos fãs antigos para a nova sonoridade do grupo. Uma grande turnê mundial promoveu o Minutes do Midnight, entre abril de 2007 e a segunda metade de 2009. Esse ano também marcou o lançamento do projeto solo de Chester Bennington, Dead by Sunrise. A banda tocou em alguns shows do Linkin Park e teve shows próprios.
O A Thousand Suns, grande divisor de águas da história da banda, chegou em 2010 polarizando os fãs antigos, e ganhando muitos novos. A turnê mundial passou pelo Brasil logo no começo e continuou até setembro do ano seguinte.
Com o próximo disco, Living Things, a banda promete voltar ao básico: produzir músicas que são um híbrido entre o gosto musical dos seis integrantes, mas temperado com os anos de experiência.
Hoje, as metas com as quais a banda sonhava em 1999 já foram alcançadas. O Linkin Park é a mais importante banda no cenário musical contemporâneo e se tornou um abre alas do rock moderno, além de ser mais popular do que qualquer outro artista no mundo.